Imagine acordar em um mundo onde quase ninguém mais está vivo. Não por zumbis, guerras ou alienígenas, mas por um vírus — letal, veloz e incontrolável. Assim começa A Dança da Morte, uma das obras mais grandiosas de Stephen King, que não fala apenas sobre uma pandemia, mas sobre o que acontece com a alma da humanidade quando tudo rui.